Pai de terrorista muçulmano recebe prêmio de Direitos Humanos

O pai do terrorista que cometeu o ataque a um ônibus de Jerusalém há dois anos foi homenageado esta semana por uma organização internacional de direitos humanos, sediada na França. O ganhador do prêmio, o advogado Muhammed Allyan, é pai de Bahaa Allyan, um dos dois terroristas envolvidos ​nas mortes dos judeus Haviv Haim, Alon Govberg e Richard Lakin em 2015.

Em 13 de outubro daquele ano, armados com facas e uma arma de fogo, Bahaa Allyan e Bilal Abu Ghanem atacaram passageiros no ônibus número 78 no bairro de Armon Hanatziv, em Jerusalém.

No último domingo (22), Muhammad Allyan foi homenageado em um evento no campus da Universidade Al Quds, promovido pelo Instituto Internacional de Direitos Humanos e Paz e o Memorial Caen para a Paz, com sede em Genebra.

O pai de Bahaa Allyan ganhou o International Pleading Competition of Palestine, um prêmio anual oferecido pelo Prêmio Internacional de Direitos Humanos para Advogados. O motivo da premiação foi a defesa que Muhammad Allyan fez de Nadia Abu Jamal, esposa de Ghassan Abu Jamal, um dos dois terroristas responsáveis ​​pelo massacre na sinagoga em Har Nof, em 2014.

Durante o ataque, Abu Jamal e seu primo esfaquearam e decapitaram quatro rabinos israelenses-americanos e mataram um policial. Os dois terroristas acabaram mortos.

Nadia Abu Jamal, que expressou o apoio ao massacre e tinha conhecimento prévio dos planos do marido, perdeu a permissão de residência de Jerusalém e também sua cobertura de seguro de saúde em Israel. Ela processou o Estado, contratando Muhammad Allyan como seu assessor jurídico.

O evento da premiação contou com a presença de representantes governamentais de vários países, incluindo Canadá e Bélgica, e vários legisladores franceses e ativistas dos direitos humanos.

Durante o evento, Allyan criticou duramente os policiais israelenses por atirarem em Ghassan Abu Jamal, acusando-os de usar o ataque como “pretexto” para um assassinato. “A polícia não estava satisfeita com o assassinato extrajudicial de Ghassan. Poucas horas depois, cercaram sua casa e coagiram sua esposa e filhos. A família estava em estado de choque e não percebeu que, a partir desse momento, suas vidas se tornariam um inferno vivo”, discursou.

Esse tipo de premiação, que elogia a atuação do pai de um terrorista que atuou na defesa da esposa de outro terrorista e usou a cerimônia como plataforma para seu discurso vitimista, desconectado da realidade, mostra como agem os defensores dos chamados direitos humanos em todo o mundo.

Nenhuma palavra de apoio às vítimas dos crimes, mas todo apoio a quem reclama da ação da polícia, que fez seu trabalho, neutralizando os assassinos. 

Com informações Israel National News

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