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Afastada há 10 anos, mulher se reconcilia com Deus após ser evangelizada na rua

Ilda Preslak estava fazendo caminhada quando um grupo de jovens lhe deram um livro evangelístico.

Danieli Molinett, juntamente com um grupo de jovens de sua igreja, foram evangelizar nas ruas de Pato Branco, interior do Paraná, em novembro do ano passado. Ela não sabia que esse dia ia mudar a vida de algumas pessoas, dentre elas era Ilda Preslak.

Danieli conta: “Nós tínhamos vários livros guardados, então decidimos distribuí-los nessa ação com os jovens. Alguns meses depois, foi surpreendida por um rosto familiar ao fim de um culto de sábado. Era Ilda, que no dia do evangelismo estava fazendo caminhada onde os livros foram distribuídos.

“Ela perguntou se éramos nós o grupo que tinha feito a entrega dos livros. Eu disse que sim e, ao conversarmos, descobrimos que ela estava estudando a Bíblia!”, conta. Ilda foi criada como evangélica, mas após 46 anos de dúvidas e incertezas quanto aos ensinamentos que lhe foram passados, decidiu não mais frequentar sua igreja.

A mulher chegou a buscar respostas para suas dúvidas, mas não as encontrou. “Eu decidi ficar em casa mesmo, pois as coisas que eu ouvia lá não faziam sentido pra mim”, lembra.

Ilda enfrentava uma angústia há muito tempo quando foi evangelizada. “Eu fiquei sem frequentar nenhuma igreja por uns 10 anos e quanto mais o tempo passava, mais eu sentia um vazio. E naquele dia, quando eu vi uma jovem bonita me estendendo um livro sobre esperança, decidi que ia ler”, contou.

“Mas antes decidi dar para minha filha, que leu, pesquisou sobre a Igreja Adventista e me devolveu o livro dizendo que era um material da igreja verdadeira”, ressalta.

O livro que Ilda recebeu foi lançado em 2015, intitulado “Esperança Viva”, escrito por Ivan Saraiva, orador dos programas A Voz da Profecia e Está Escrito, da Rede Novo Tempo. Os assuntos vieram de encontro com as necessidades espirituais dela.

“Eu li e fiquei chocada por um tempo. Porque a verdade é libertadora, mas também é muito forte. Então, após processar todas essas informações, eu fui até a igreja”, diz. Ela estudou a Bíblia com membros da denominação e em abril deste ano foi batizada.

“Eu sinto uma alegria tão grande que às vezes preciso me conter. Desde que comecei a guardar o sábado, parece que estou em um pedacinho do céu na Terra. Passei por um período muito nebuloso, sem encontrar respostas, mas hoje eu tenho paz, alegria e, principalmente, esperança”, comemora.

Com informações: guiame

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